sexta-feira, 4 de julho de 2014

Bloomfield, Kooper & Stills - Super Session [Bonus Tracks]

Banda: Bloomfield, Kooper & Stills
Disco: Super Session [Bonus Tracks]
Ano: 2003(*)
Gênero: Blues Rock, Classic Rock
Músicas:
1. Albert's Shuffle (Bloomfield, Kooper) 6:54
2. Stop (Ragovoy, Shuman) 4:23
3. Man's Temptation (Mayfield) 3:24
4. His Holy Modal Majesty (Bloomfield, Kooper) 9:16
5. Really (Bloomfield, Kooper) 5:30
6. It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry (Dylan) 3:30
7. Season Of The Witch (Leitch) 11:07
8. You Don't Love Me" (Cobbs) 4:11
9. Harvey's Tune (Brooks) 2:07
10. Albert's Shuffle [Remix Without Horns] [Bonus Track] (Bloomfield, Kooper) 6:58
11. Season Of The Witch [Remix Without Horns] [Bonus Track] (Leitch) 11:07
12. Blues For Nothing [Bloomfiel Session Outtake] [Bonus Track] (Kooper) 4:15
13. Fat Grey Cloud [Live At The Fillmore West] [Bonus Track] (Bloomfield, Kooper)
Músicos:
Al Kooper: Vocals, Piano, Organ, Ondioline, Electric Guitar, Twelve-String Guitar
Mike Bloomfield: Guitar [faixas 1 a 5, 11, 13 e 14]
Stephen Stills: Guitar [faixas 6 a 9 e 12]
Barry Goldberg: Electric Piano ("Albert's Shuffle", "Stop")
Harvey Brooks: Bass
Eddie Hoh: Drums, Percussion
(*) LP lançado originalmente em 1968, com 9 faixas.
http://www.filefactory.com/file/76c86ceywxa7/STECROPWALHFMF.rar
Resenha:
"Super Session" foi um disco planejado por Al Kooper, com a participação dos guitarristas Mike Bloomfield e Stephen Stills, lançado pela Columbia Records em 1968. Bloomfield e Stills não tocaram juntos no álbum, ficando as faixas de Bloomfield no lado 1 e as de Still no lado 2. O disco alcançou o 12º lugar na Billboard 200.
Bloomfield e Kooper haviam trabalhado juntos no insuperável clássico "Highway 61 Revisited", de Bob Dylan, bem como tocaram, na condição de músicos de apoio, na controvertida apresentação de Dylan no Newport Folk Festival, em julho de 1965. Kooper deixara recentemente a Blood, Sweat & Tears, após gravar seu primeiro álbum com a banda, e agora estava trabalhando como caça-talentos para a Columbia. Bloomfield apressava-se a deixar a Electric Flag, e ainda não definira o seu futuro. Kooper telefonou para Bloomfield perguntando-lhe se estava livre para ir ao estúdio e gravar uma jam; Bloomfield concordou, ficando a cargo de Kooper as providências para o encontro.
Kooper reservou dois dias livres do estúdio, em maio de 1968, e recrutou o tecladista Barry Goldberg e o baixista Harvey Brooks, ambos membros da Electric Flag, juntamente com o conhecido baterista de estúdio "Fast" Eddie Hoh. No primeiro dia, o quinteto gravou alguns blues, na sua maioria instrumentais, incluindo uma clássica versão de "His Holy Modal Majesty", rememorativa de "East-West", o segundo disco da Butterfield Blues Band. No segundo dia, com as fitas prontas para rodar, Bloomfield não apareceu.
Precisando ter algo para fazer no segundo dia de sessões, e para ocupar o lugar de Bloomfield, Kooper chamou apressadamente Stephen Stills, que também estava saindo da Buffalo Springfield. Reagrupada em torno de Stills, a banda de Kooper gravou principalmente as faixas com vocais, incluindo "It Takes A Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry", de "Highway 61", e um longo e agradável take de "Season Of The Witch", de Donovan.
Alguns "overdubes" (nota minha: a palavra não encontra similar em português; segundo a Wikipédia, "é a técnica de gravação que consiste em adicionar novos sons a uma gravação já anteriormente realizada") de metais foram adicionados mais tarde, enquanto o álbum estava sendo mixado, e vendas equivalentes a um disco de ouro foram obtidas de um álbum cuja produção custou apenas 13.000 dólares. O sucesso do disco abriu as portas para o conceito de "supergrupo" no final dos 60 e 70 – Blind Faith, Crosby, Stills & Nash, entre outros. Kooper perdoou Bloomfield, e os dois fizeram vários shows após o lançamento do disco. O resultado de uma dessas aparições conjuntas foi o álbum "The Live Adventures Of Mike Bloomfield And Al Kooper".
Em 8 de abril de 2003, a Legacy Records relançou o álbum em CD com quatro faixas bônus, incluindo uma outtake (nota minha: palavra também sem similar em português, significando, no caso, uma faixa ou uma gravação que ficou de fora de um disco anterior) e uma faixa ao vivo com Bloomfield, e duas sem os "overdubs" de metais (Wikipedia; tradução livre do inglês).

4 comentários:

Anônimo disse...

Thx my dude,your blog is kool

Indignaldo Silva disse...

You're welcome.

Mickbluesman disse...

Trata-se de um dos melhores álbuns de Blues de todos os tempos!!

Indignaldo Silva disse...

Tem razão, é um superclássico. Valeu o comentário.

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