terça-feira, 30 de julho de 2013

Lighthouse - Live!

Banda: Lighthouse
Disco: Live!
Ano: 1972(*)
Gênero: Jazz-Rock, R&B, Psychedelic Rock, Progressive Rock
Faixas:
1. Just Wanna Be Your Friend (Prokop) 3:08
2. Take It Slow (Out in the Country) (Cole, Jollimore, Smith) 3:34
3. Old Man (Smith) 7:44
4. Rockin’ Chair (Cole, Prokop) 3:51
5. You and Me (Shore) 9:14
6. Sweet Lullabye (Prokop) 5:17
7. 1849 (Cole, Prokop) 6:48
8. Eight Miles High (Clark, Crosby, McGuinn) 18:09
9. Insane (McBride, Prokop) 4:48
10. One Fine Morning (Prokop) 5:18
Créditos:
Skip Prokop: drums, percussion, vocals
Paul Hoffert: keyboards, vibes, congas
Ralph Cole: guitar, vocals
Louis Yacknin: bass
Bob McBride: vocals, tambourine, cowbell
Don DiNovo: electric cello
John Naslin: trumpet
Mike Malone: trumpet
Howard Shore: tenor & alto sax, flute, vocals
Larry Smith: trombone, mellophonium, vocals
Keith Jollimore: bari sax, flute, vocals
Richard Armin: electric cello
(*) CD lançado em 1991.

Biografia:
O baterista Skip Prokop formou a Lighthouse em 1968 e logo após começou a adicionar membros: o guitarrista Ralph Cole (com quem Prokop havia tocado com a Paupers), Grant Fullerton, Pinky Dauvin, o saxofonista Howard Shore, o violoncelista Dick Armin, o violoncelista Don DiNovo, o tecladista Paul Hoffert, o saxofonista Keith Jollimore, o vocalista Bob McBride, o trompetista Peter Pantaluk, o trombonista Larry Smith e o baixista Louis Yackniw.
A banda lançou dois singles na RCA em 1970 e tocou nos festivais de Newport, Monterey Jazz e Isle of Wight, apesar de ter recusado o de Woodstock. No início de 1970, a gravadora GRT lançou o primeiro disco da Lighthouse, "Peacing It All Together". 1971 trouxe "One Fine Morning" e "Thoughts of Movin' On", e, em 1972, a banda lançou "Lighthouse Live!" e "Sunny Days". O grupo perdeu integrantes, começando em 1973, quando Paulo Hoffert saiu, seguido por Bob McBride e Skip Prokop, em 1974; e, finalmente, separou-se em 1976. Mas já tinha lançado "Can You Feel It" (1973), "Good Day" (1974) e "The Best of Lighthouse" (1975).
Membros originais reagruparam-se para shows ao vivo em 1982 e 1993, e outro álbum de grandes sucessos, "The Best of Lighthouse - Sunny Days Again", foi lançado em 1989. Seguiu-se "Postcards From Heaven" em 1998. Bob McBride e Skip Prokop tiveram carreiras solo de pouco sucesso. Infelizmente, Bob McBride perdeu sua batalha contra o abuso de drogas em 20 de fevereiro de 1998. Ele tinha 51 anos (John Bush, AllMusic; tradução livre do inglês).

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Livin' Blues - Hell's Session [Bonus Tracks]

Banda: Livin' Blues
Disco: Hell's Session [Bonus Tracks]
Ano: 2009(*)
Gênero: Blues-Rock, Nederbeat, Boogie Rock, Hard Rock
Músicas:
1. Waitin' On You (King, Washington) 2:47
2. One Night Blues (Oberg, Christiansen) 6:40
3. Bowlegged Woman (Oberg, Christiansen) 2:34
4. Hell's Session (Oberg, Christiansen, Lagrand) 4:53
5. Big Road Blues (Traditional) 2:46
6. Black Panther (Oberg, Christiansen) 3:11
7. Worried Dreams (King) 5:11
8. Big Black Train (Oberg, Christiansen) 4:00
9. Murphy McCoy [Single A-side, 1968] [Bonus Track] (Gerritsen, Kooymans) 2:54
10. My Sister Kate [Single B-side, 1968] [Bonus Track] (Medina, Dowell) 2:22
11. You Better Watch Yourself (Sonny Boy) [Single A-side, 1969] [Bonus Track] (Hopkins) 2:47
12. One Night Blues [Single B-side, 1969] [Bonus Track] (Oberg, Christiansen) 4:33
Créditos:
Nicko Christiansen: Vocals, Acoustic Guitar (faixa 3), Bongos (faixa 4)
John Lagrand: Harmonica
Ted Oberg: Electric Guitar, Bass Guitar (faixa 4), Slide Guitar (faixas 3, 8)
Henk Smitskamp: Bass Guitar, Piano (faixas 5, 12)
Cesar Zuiderwijk: Drums
(*) LP lançado originalmente em 1969.

Biografia:
A Livin' Blues foi uma das melhores bandas de blues holandesa. Muitas pessoas pensam que o nome da banda veio da revista norte-americana Living Blues, mas a publicação nasceu somente em 1970. Ex-integrantes da banda afirmam que o nome foi inspirado num grupo de teatro norte-americano chamado Living Theatre.
O grupo evoluiu, em 1967, da Andy Star & The Stripes, com Ted Oberg (guitarra) e Ruud Franssen (baixo), e, em seguida, foram adicionados Björn Pool (vocal) e Niek Dijkhuis (bateria). Em 1968, a banda recrutou o duo de blues Indiscrimination, integrado por John La Grand (harmônica) e Nicko Christiansen (vocal, sax), o último substituindo Pool. No mesmo ano, Gerard Strötbaum substituiu Franssen, e César Zuiderwijk (antigo integrante da Hu & The Hilltops e da Golden Earring) assumiu as baquetas. A banda começou a chamar mais e mais atenção, resultando em um contrato de gravação com a poderosa Phonogram (que distribuía os selos Decca e Philips, dentre outros). O grupo abriu um show para a Fleetwood Mac durante uma pequena turnê no inverno de 1969.
Depois de ter gravado dois fracassados singles, Strötbaum foi substituído por Henk Smitskamp (ex-Motions e ex-Sandy Coast). O lineup com Oberg, La Grand, Christiansen, Zuiderwijk e Smitskamp gravou o álbum altamente aclamado "Hell's Sessions", em 1969, a primeira produção do ex-baterista da Golden Earring, Jaap Eggermont (mais tarde famoso por sua produtora Stars On 45), para uma nova gravadora, Red Bullet (pertencente a Willem van Kooten, também conhecido por DJ Joost den Draaijer).
Em 1970, Smitskamp foi trocado por Ruud van Buuren (ex-Groep 1850, ex-Long Tall Ernie & The Shakers). Quando Zuiderwijk juntou-se à Golden Earring, Dick Beekman (ex-Cuby+Blizzards e ex-Ro-d-ys) foi o próximo a entrar na longa fila de bateristas que tocaram na banda. A Livin' Blues parecia mudar de baterista todo ano. Depois de "Wang Dang Doodle" tornar-se um sucesso internacional, a banda começou uma turnê pela Europa, destacando-se no Palermo Pop Festival, na Sicília. Então, John Le Jeune (ex-Island) assumiu os tambores, mas também durou apenas um álbum. A banda conseguiu outro sucesso internacional com "L. B. Boogie" e fez sua primeira visita à Polônia, onde acabou figurando como uma das bandas mais bem sucedidas de todos os tempos.
Le Jeune foi para a Schick Band, e, no seu lugar, entrou Arjan Kamminga, que foi forçado a sair logo após o lançamento de "Rockin' At The Tweedmill" (gravado na Inglaterra e produzido por Mike Vernon), devido a problemas passados. Ele ressurgiria mais tarde na Mark Foggo & Secret Meeting. Em 1973, o britânico Kenny Lamb tornou-se o último baterista da primeira era da Livin' Blues. O álbum "Ram Jam Josey" foi novamente produzido por Mike Vernon, que também tinha recomendado Lamb (ex-Jellybread, uma banda britânica que gravava para o selo de Vernon, a Blue Horizon).
Em 1974, a primeira era da Livin' Blues desmoronou. John La Grand juntou-se à Water, Nicko Cristiansen formou a Himalaya, Kenny Lamb voltou para a Inglaterra e Ruud van Buuren passou a integrar a Long Tall Ernie & The Shakers. Ted Oberg tinha que continuar com a Livin' Blues, porque seu empresário (a sua própria mãe!) assinou novos contratos com a Ariola e a Grandad Music. John Fredriksz (ex-George Cash e ex-Q'65, um cantor que sempre parecia estar disponível quando uma banda no auge se dissolvia) tornou-se o novo vocalista. A banda também trouxe Paul Vink (teclados, ex-Finch e ex-Limousine), mas ele só permaneceu alguns meses. O lineup foi completado pelo retorno de Henk Smitskamp (baixo, ex-Shocking Blue), Ronnie Meyjes (guitarra, ex-Brainbox) e Michel Driesten (bateria), e a banda conseguiu um disco de sucesso, "Boogie Woogie Woman" (nota minha: um single), que soava muito distante do seu antigo blues rock. Quando o álbum "Live '75" foi gravado, Meyes e Driesten tinham sumido, e Cor van der Beek (também da Shocking Blue) era o baterista.
O lineup em 1976 era: Ted, Johnny, André Reynen (baixo, ex-Simpathy e ex-Brainbox) e Jacob van Heinigen (bateria, ex-Galaxis, substituído por Ed Molenwijk, ex-Dizzy Daisy e ex-Casino). Apesar do sucesso internacional do álbum "Blue Breeze" (1977), a banda ficou sem gravadora em 1978. Pietjan Visser (harmônica, ex-Houseband) entrou na formação em 1979, mas um ano depois o núcleo da primeira era da Livin' Blues reuniu-se para o Haagse Beatnach de 1980: Oberg, La Grand e Christiansen juntaram-se a Evert Willemstijn (baixo) e Boris (Bo, Beau) Wassenbergh (bateria, ex-Cashmere e ex-The Zoo). Esse lineup começou a excursionar novamente, mas devido à falta de interesse em tocar blues, a Livin' Blues foi parando lentamente na primeira metade da década de 80. Enquanto isso, Johnny Fredriksz, André Reynen e Pietjan Visser formaram a Nitehawk. Quando essa banda também fracassou e dissolveu-se, Ted Oberg formou a J&T Band (Johnny & Ted), com Fredriksz, acrescida de ex-membros da Finch, Peter Vink (baixo) e Fred van Vloten (bateria).
Em 1986, John La Grand e Nicko Christiansen reformaram a Livin' Blues e, pela primeira vez desde 1967, Ted Oberg não estava presente. Os outros membros eram: Joop van Nimwegen (guitarra, ex-Q'65 e ex-Finch), Willem van der Wall (guitarra, ex-Himalaya), Aad van Pijlen (baixo, ex-Freelance Band e ex-Himalaya) e Art Bausch (bateria, ex-Barrelhouse, ex-Oscar Benton e membro fundador da Blue Planet). Depois de um álbum de sucesso, "Now", La Grand saiu para juntar-se à Muskee Gang, e Christiansen conseguiu um novo grupo em torno de si. No entanto, os direitos do nome Livin' Blues pertenciam à mãe de Ted Oberg, e Christiansen foi obrigado a chamar a banda de New Livin' Blues. Assim como todos os precedentes lineups, a New Livin' Blues Blues passou por muitas mudanças, que se tornaram impossíveis de documentar (principalmente devido à falta de cobertura da imprensa e registros de gravações). No disco "Out Of The Blue" (1995), o lineup era: Christiansen, Loek van der Knaap (guitarra), Frank Buschman (baixo) e Elout Smit (bateria).
10Em 1996, John La Grand aderiu à reestruturada Cuby+Blizzards, e, dois anos mais tarde, Nicko Christiansen formou a Nicko C Band, mantendo Loek van der Knaap na formação. Em 1998, Ted Oberg criou sua própria banda, Oberg, com Jan Scherpenzeel (vocal, harmônica), Frank Schaafsma (baixo) e Ramon Rambeaux (bateria, ex-Wild Romance, substituído por Ronald Oor, ex-Diesel e ex-I've Got The Bullets). No final daquele ano, Nicko Christiansen e John La Grand excursionaram com o guitarrista Eelco Gelling (ex-Cuby+Blizzards), denominando-se Nederblues Summit.
Em 2003, Christiansen e La Grand queriam começar a se apresentar novamente como Livin' Blues, mas Oberg se opôs. A nova banda foi então chamada Blues A-Livin'. Oberg reapareceu no ano seguinte, fazendo turnês com Simone Roerade (vocal), Rob Geboers (teclados, ex-Flavium), Marco Oonincx (baixo, ex-Ana Popovic Band) e o baterista Arie Verhaar (ex-Tom Principato e ex-Tino Gonzales), com o nome de Grand Slam.
Em 30 de junho de 2005, John Lagrand morreu, com a idade de 55 anos, de enfisema. Christiansen continuou com a banda Livin' Blues Xperience, composta por Loek van der Knaap (guitarra), Yaroon Vanniele (baixo), Kees van Krugten (bateria) e François Spannenburg (harmônica). Em 2009, a Livin' Blues foi eleita a "melhor banda de blues internacional" pelos leitores da revista Two Blues, da Polônia. Ted Oberg voltou com a sua banda, Oberg, mais uma vez, agora, porém, liderada pela cantora Liane Hoogeveen. Os outros membros são: Mick Hup (guitarra, substituído por Will Sophie), Nico Heilijgers (baixo) e Paul Damen (bateria) (Alex Gitlin, citando a Nederpop Encyclopedia; tradução livre do inglês).

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Joe Walsh - Barnstorm

Músico: Joe Walsh
Disco: Barnstorm
Ano: 1972(*)
Gênero: Blues-Rock, Hard Rock
Faixas:
1. Here We Go (Walsh) 4:58
2. Midnight Visitor (Walsh) 3:13
3. One And One (Walsh) 1:15
4. Giant Bohemoth (Vitale) 4:20
5. Mother Says (Walsh, Vitale, Passarelli) 6:16
6. Birdcall Morning (Walsh) 3:43
7. Home (Walsh) 2:53
8. I'll Tell The World (Gordon, Jacobs) 3:55
9. Turn To Stone (Walsh, Trebandt) 5:17
10. Comin' Down (Walsh) 1:53
Créditos:
Joe Walsh: Lead Vocals, Guitars, Keyboards, Telegraph Key, ARP Synthesizer
Joe Vitale: Drums, Percussion, Vocals, Keyboards, Flute
Kenny Passarelli: Bass, Vocals, Guitarone
Músicos adicionais:
Al Perkins: Pedal Steel Guitar (faixa 2)
Paul Harris: Piano (faixa 2)
Chuck Rainey: Bass (faixa 7)
(*) CD lançado em 1990.

Biografia:
A biografia de Joe Walsh, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída do site do músico (o texto foi alterado com o passar do tempo [ficou maior], mas os fatos, obviamente, não se modificaram).
Mais conhecido por seus poderosos solos improvisados de guitarra, Joe Walsh entreteve as massas e cativou seus companheiros por mais de três décadas com clássicos como "Funk #49", "Walk Away", "Life's Been Good" e "Ordinary Average Guy". O catálogo das canções é a verdadeira trilha sonora das nossa vidas. E ele ainda não parou, mesmo depois de lançar "One Day At A Time", em 2005, no DVD "Eagles Farewell", e, mais recentemente, "Guilty Of The Crime" e "Last Good Time In Town", em 2007, no CD "Long Road Out Of Eden", da Eagles.
Junto com o aperfeiçoamento da sua arte, Joe comprometeu tempo e recursos para apoiar a Santa Cruz Island Foundation e a California Innocence Project. Joe também fez várias aparições no "The Drew Carey Show", no "MadTV", bem como no "Politically Incorrect", de Bill Maher.  Ele até apareceu em "animações para a televisão", como Duck Man e Os Simpsons, e tudo isso enquanto trabalhava como DJ.
Walsh tocou com muitas bandas, mas foi em 1969, quando entrou para o power trio de Cleveland, The James Gang, que ele obteve o gostinho do sucesso. Dois dos quatro álbuns que a James Gang lançou em 1970 e 1971 foram discos de ouro. Apesar do sucesso, Joe sentiu que era hora de seguir sozinho. Sem nenhum plano em mente, Walsh fez as malas e rumou para o oeste do Colorado. Lá, ele montou um trio – Barnstorm – e mais tarde, naquele ano, o grupo lançou um álbum homônimo. Ainda sentindo que poderia dar mais de si, Joe decidiu lançar seu primeiro álbum solo em 1973. Esse álbum provou que Joe era um legítimo artista solo, com uma carreira sem limites no horizonte.
Nos quatros anos seguintes, o compromisso de Joe com a sua música mostrou-se infatigável. Em 1976, ele foi convidado pela banda Eagles para substituir o guitarrista Bernie Leadon, trazendo um som mais roqueiro para o grupo. Durante os quatro anos subsequentes, essa formação da Eagles lançou "Hotel California" (que ganhou disco de ouro, chegando ao primeiro lugar na parada da Billboard), bem como "The Long Run" e "Eagles Live" (que atingiram o 1° e o 6º lugar na parada da Billboard, respectivamente). Nesse mesmo período, a energia ilimitada e o entusiasmo musical de Joe levaram-no ao lançamento de dois discos solos: "You Can't Argue With a Sick Mind" (ao vivo) e "But Seriously, Folks...", que ostentou o famoso hit "Life's Been Good".
Enquanto perdurou a inatividade de 14 anos da Eagles, Joe concentrou-se em sua carreira solo. Começando em 1981, com o lançamento de "There Goes The Neighborhood", seguido por "You Bought It, You Name It" (1983), "The Confessor" (1985), "Got Any Gum?" (1987), "Ordinary Average Guy" (1991) e "Songs For A Dying Planet" (1992). Joe também lançou duas coletâneas, "Look What I Did" (1995), composta de 2 CDs, e "Little Did He Know..." (1997).
Em 1994, a Eagles se reuniu para o lançamento de um novo álbum, intitulado "Hell Freezes Over", que alcançou o 1º lugar nas paradas da Billboard e gerou uma das turnês mais bem-sucedidas na história da música. Nada poderia ser melhor do que provar que os críticos e opositores estavam errados – The Eagles ainda estava no topo! E só para apagar qualquer dúvida, a banda foi introduzida no Rock 'N Roll Hall Of Fame em 1998, no primeiro ano em que o grupo foi indicado.
No alvorecer do século, a Eagles começou a trabalhar num muito aguardado álbum de estúdio. Durante a primavera de 2001, a banda fez uma pausa para realizar uma miniturnê pela Europa, que se revelou tão bem-sucedida que o grupo decidiu repeti-la nos Estados Unidos em 2002. A excursão americana arrecadou mais de trinta e cinco milhões de dólares. The Eagles Farewell Tour começou em maio passado e continuou até outubro. Sentindo que a sua jornada ainda não terminara, a banda decidiu viajar por toda a Europa e os Estados Unidos mais uma vez. Ao final de 2005, tinha sido a turnê mais rentável do ano.
Em 2006, Joe voltou para a estrada. Começando com um curto período no exterior com a Eagles, ele foi capaz de voltar às suas raízes com a lendária James Gang para uma turnê de 15 shows nos Estados Unidos. Joe não parou desde então; ele recentemente excursionou com sua banda no verão de 2007 e continuou a trabalhar no aguardado álbum da Eagles chamado "Long Road Out Of Eden". Esse álbum foi oficialmente reconhecido como disco de platina por sete vezes nos Estados Unidos.
Joe atualmente está desfrutando o sucesso do disco mais recente da Eagles, "Long Road Out Of Eden" (2007). Ele está apoiando suas causas mundiais prediletas, excursionando com a Eagles e, em geral, sendo apenas um "cara comum".

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Things To Come - I Want Out


Banda: Things To Come
Disco: I Want Out
Ano: 1993(*)
Gênero: Garage Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Sweetgina (Runolfsson) 2:59
2. Mississippi Dealer (Robinson) 2:09
3. I Want Out (Runolfsson) 2:41
4. Your Down (Runolfsson) 2:30
5. Speak Of The Devil (Runolfsson) 2:41
6. Smokestack Lightning [Instrumental] (Burnett) 2:20
7. Character Of Caruso (Runolfsson) 3:33
8. Tell Me Why (Garofalo) 2:12
9. Tomorrow (Rominger) 3:06
10. Pushin' Too Hard [Instrumental] (Saxon) 2:32
11. Show Me A Place (Kunkel) 3:01
12. I'm A Man [Instrumental] (McDaniel) 1:48
13. Home To You (Kunkel) 2:08
14. Your Down [Instrumental] (Runolfsson) 2:28
15. Icicles On The Roof (Rominger) 2:27
16. Sweetgina [Instrumental] (Runolfsson) 3:05
17. Behold Now Behemoth (Runolfsson) 4:05
18. Darkness (Runolfsson) 4:05
Créditos:
Steve Runolfsson: Keyboards, Harmonica, Vocals
Lynn Rominger: Guitar
Larry Robinson: Rhythm Guitar
Bryan Garofalo: Bass
Russ Kunkel: Drums
(*) Músicas gravadas entre 1965 e 1967.

Biografia:
Surgindo em meio à fartura dos grupos de rock do sul da Califórnia na metade dos anos 60, a Things To Come se formou em 1966. Seu lineup original incluía o vocalista Steve Runolfsson, o baterista Russ Kunkel (que se tornaria um prestigiado músico de estúdio) e o baixista Bryan Garofalo (também um futuro músico profissional e membro da banda de Glenn Frey desde 1982). 
A banda lançou apenas três singles durante sua breve vida; Runolfsson foi substituído após o primeiro deles. Com jeito bluseiro e estilo garageiro, como inúmeras outras bandas, a Things To Come permaneceu com a maioria do seu trabalho inédito até 1994 (nota minha: na verdade, o ano é 1993), quando se lançou uma coletânea das músicas da banda em CD (Richie Unterberger, AllMusic; tradução livre do inglês).

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ratchell - Ratchell

Banda: Ratchell
Disco: Ratchell
Ano: 1971(*)
Gênero: Blues-Rock, Folk-Rock, Soft Rock
Faixas:
1. Problems (C. Couchois) 3:38
2. Lazy Lady (P. Couchois, C. Couchois) 2:59
3. Here On My Face (C. Couchois, P. Couchois) 3:52
4. And If I Will (C. Couchois, Byrom) 3:29
5. Julie My Woman (Byrom, C. Couchois) 2:19
6. Warm And Tender Love (Byrom, C. Couchois) 2:48
7. Home (P. Couchois, Byrom) 2:48
8. My My (Messer, Byrom) 2:10
9. Out Of Hand (C. Couchois, Byrom) 3:47
10. How Many Times (P. Couchois, C. Couchois, Byrom) 3:34
11. Saycus (Byrom) 2:28
12. Peace Of Mind (Byrom, P. Couchois, C. Couchois, Messer) 4:25
Créditos:
Larry Byrom: Guitar, Piano, Organ, Trumpet, Mandolin, Vocals
Chris Couchois: Drums, Vocals, Congas, Percussion
Howard Messer: Bass, Piano, Trumpet, Vocals
Pat Couchois: Guitar, Piano, Organ, Vocals
Músico adicional:
Larry Cox: Cabasa (faixa 5")
(*) Ripagem do LP,  com os chiados e cliques característicos da reprodução em vinil.


Biografia:
Ratchell foi uma banda de rock americana formada por Larry Byrom, ex-guitarrista da Steppenwolf. Também pertenciam à banda o baixista Howard Messer, o guitarrista Pat Couchois e o baterista Chris Couchois (ex-parceiro de Byrom na T.I.M.E. [nota minha: a) os dois discos da T.I.M.E. já foram postados no blog; b) segundo as capas dos discos, quem tocou bateria na T.I.M.E. foi Pat Couchois, que na Ratchell é creditado como guitarrista. Acredito que a confusão foi das gravadoras]). 
A banda lançou dois álbuns pela gravadora Decca Records: "Ratchell", em 1971, e "Ratchell II", em 1972.
Após a dissolução da banda, Messer e os irmãos Couchois lançaram um disco pelo selo Warner Bros. Records em 1979, intitulado "Couchois" (mesmo nome do grupo então formado). Byrom, por sua vez, passou a trabalhar como compositor e músico de estúdio (Wikipedia; tradução livre do inglês).

quarta-feira, 3 de julho de 2013

The Moving Sidewalks - Flash [Bonus Tracks]

Banda: The Moving Sidewalks
Disco: Flash [Bonus Tracks]
Ano: 1968(*)
Gênero: Blues-Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Flashback (Ames) 4:45
2. Scoun Da Be (Moore) 2:10
3. You Make Me Shake (Gibbons) 3:05
4. You Don't Know The Life (Moore) 3:59
5. Pluto - Sept. 31st (Gibbons, Ames) 5:14
6. No Good To Cry (Anderson) 4:33
7. Crimson Witch (Gibbons) 3:07
8. Joe Blues (Gibbons, Mitchell, Summers, Moore) 7:36
9. Eclipse (Gibbons, Ames) 3:51
10. Reclipse (Gibbons, Ames) 2:32
11. 99th Floor [Bonus Track] (Gibbons) 2:13
12. What Are You Going To Do [Bonus Track] (Gibbons) 2:24
13. Every Night A New Surprise [Bonus Track] (Ames) 2:54
14. Need Me [Bonus Track] (Gibbons) 2:10
15. I Wanna Hold Your Hand [Bonus Track] (Lennon, McCartney) 3:55
Créditos:
Bill Gibbons: Vocals, Guitar, Harmonica
Tom Moore: Organ, Piano
Don Summers: Bass
Dan Mitchell: Drums
(*) CD lançado em 2012, com 5 faixas extras.


Biografia:
Antes de formar a ZZ Top, Billy Gibbons foi o guitarrista desse grupo de Houston, Texas, EUA, que lançou um álbum e alguns singles no final dos anos 60.
A canção "99th Floor" tornou-se um dos mais famosos singles garageiros da época, após sua inclusão na coletânea "Pebbles, Vol. 2" (nota minha: segundo a Wikipedia, Pebbles foi uma extensa série de compilações, nos formatos CD e LP, lançadas por várias gravadoras, mas sobretudo pela AIP), porém a Sidewalks, na verdade, inclinou-se muito mais fortemente para a psicodelia e o blues rock. Com efeito, o grupo abriu para Jimi Hendrix nos seus primeiros shows nos Estados Unidos, e Gibbons tornou-se um dos impulsionadores das apresentações de Hendrix naquele país; por estranho que possa parecer, Hendrix ficou bastante impressionado com Gibbons nesses encontros iniciais. A Moving Sidewalks nunca foi além de uma banda regional e ficou conhecida, principalmente, por ter sido o ponto de partida para Gibbons (Richie Unterberger, AllMusic; tradução livre do inglês).

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Woody Kern - The Awful Disclosures Of Maria Monk

Banda: Woody Kern
Disco: The Awful Disclosures Of Maria Monk
Ano: 1969(*)
Gênero: Blues-Rock, Progressive Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Biography (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 4:25
2. The Blues Keep Falling (Traditional) 6:05
3. That's Wrong Little Mama (King) 3:01
4. Tell You I'm Gone (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 4:12
5. Xoanan Bay (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 4:34
6. Uncle John (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 6:19
7. Gramophone Man (Andes, California, Cassidy, Ferguson, Locke) 4:01
8. Fair Maiden (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 4:46
9. Vile Lynn (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 5:45
10. Mean Old World (Jacobs) 2:39
11. Vegetable (Harris, Sanderson, Wheat, Kenton) 9:51
Créditos:
Rik Kenton: Guitar, Keyboards, Vocals
John Sanderson: Saxophone, Flute, Clarinet, Violin
Mike Wheat: Bass
Steve Harris: Drums
(*) CD lançado em 2002.

Biografia:
Uma banda progressiva cujo disco revela uma pegada bluseira. Tem sido imitada. A faixa de abertura, "Biography", apresenta alguns bons momentos de flauta e pequenas doses de guitarra; "Tell You I'm Gone" começa com ritmos latinos e passa por várias mudanças de tempo; "Fair Maiden" abre com um órgão sacro e inclui partes agradáveis de flauta no meio e no final; "Vile Lynn" tem coral de abertura, forte participação de guitarra e trechos de um encantador violino. E a faixa final, "Vegetable", é um longo set meio jazzístico, com guitarra, sax tenor, baixo e solo de bateria. O álbum também contém covers de B.B. King ("That's Wrong Little Mama"), Little Walter ("Mean Old World") e Spirit ("Gramophone Man").
Rik Kenton integrou depois (brevemente) a Roxy Music. Gravou também alguns compactos em meados dos anos 70 e tocou no disco solo de Neil Harrison, de 1974.
A música "Vile Lynn" foi incluída na coletânea "Progressive Music" (LP), de 1969 (Vernon Joynson, in The Tapestry of Delights - The Comprehensive Guide to British Music of the Beat, R&B, Psychedelic and Progressive Eras 1963-1976. Borderline Productions, Telford, 2006, p. 1633; tradução livre do inglês).