Banda: Krokodil
Disco: Krokodil [Bonus Tracks]
Ano: 2019(*)
Gênero: Blues-Rock, Krautrock, Raga Rock, Progressive Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Morning Dew (Rose) 4:41
2. Your're Still A Part Of Me (Anselmo) 6:29
3. All Alone (Hepp) 3:57
4. Mis Blues (Stevens) 3:19
5. Prayer (Hepp) 4:14
6. Watchin' Chain (Traditional, Krokodil) 6:59
7. Dabble In Om (Stevens) 9:39
Bonus Tracks
8. Don't Make Promises (Hardin) 3:59
9. Hurra! Alive (Anselmo) 3:05
10. Camel Is Top (Krokodil) 2:56
Créditos:
🔘Hardy Hepp: Violin, Piano, Vocal
🔘Düde Dürst: Drums, Percussion, Vocal
🔘Walty Anselmo: Sitar, Lead Guitar, Vocal
🔘Terry Stevens: Bass, Guitar, Vocal
🔘Mojo Weideli: Harmonica, Flute, Percussion
(*) LP lançado originalmente em 1969.
Biografia:
Krokodil, banda suíça, surgiu no final dos anos 60 tocando blues-rock com pitadas de rock progressivo. Seus membros possuíam origem germano-suíça, à exceção do baixista e guitarrista Terry Stevens, natural da Inglaterra.
Caracterizou-se como a encarnação suíça da banda britânica Groundhogs, em virtude do seu primeiro álbum, homônimo, lançado em 1969. Todavia, a partir do segundo LP, "Swamp", de 1970, o grupo aderiu à psicodelia, que inclusive predominou em "Invisible World Revealed", seu terceiro disco longo, editado em 1971; no álbum, há mellotron, órgão, gaita e flauta, acompanhados por uma guitarra acústica, formando um conjunto que confere ao disco uma sensação exótica e exuberante.
As influências orientais e indianas em "Invisible World Revealed" se fazem sentir através da cítara e da tabla utilizadas na suíte "Odyssey In Om", de quinze minutos; o blues, ali, cede espaço ao acordes psicodélicos, sons étnicos e harmonias vocais, mas não se mostra ausente. "Getting Up For The Morning", de 1972 (lançado pela nova gravadora, Bacillus Records), segue a mesma linha de "Invsisible Word Revelead", porém mais sucinto e cancioneiro se comparado com seu antecessor.
Krokodil: banda imperdível para quem aprecia blues, psicodelia e sonoridade étnica e não se importa em ouvir tais gêneros misturados. Mesmo sendo difícil de encontrar, o terceiro álbum da banda vale muito a pena (Prog Archives; tradução livre do inglês).



