segunda-feira, 3 de abril de 2017

Budgie - Budgie [Bonus Tracks]

Banda: Budgie
Disco: Budgie [Bonus Tracks]
Ano: 2004(*)
Gênero: Hard Rock, Progressive Rock
Faixas:
1. Guts (4:21)
2. Everything In My Heart (0:52)
3. The Author (6:27)
4. Nude Disintegrating Parachutist Woman (8:39)
5. Rape Of The Locks (6:12)
6. All Night Petrol (5:57)
7. You And I (1:41)
8. Homicidal Suicidal (6:41)
9. Crash Course In Brain Surgery [Alternate Mix] [Bonus Track] (2:36)
10. Nude Disintegrating Parachutist Woman [Single Edit] [Bonus Track] (4:08)
11. Nude Disintegrating Parachutist Woman [2003 Version] [Bonus Track] (3:44)
12. Guts [2003 Version] [Bonus Track] (3:53)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Burke Shelley: Vocal, Bass, Mellotron
Tony Bourge: Guitar
Ray Phillips: Drums, Percussion
Simon Lees: Guitar (faixas 11, 12)
Steve Williams: Drums (faixas 11, 12)
(*) LP lançado originalmente em 1971.
Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída do site Oldies, que, por sua vez, cita, como fonte primária do texto, a Encyclopedia Of Popular Music, de Colin Larkin (sob licença da editora Muze).
Essa banda de rock pesado foi formada em Cardiff, País de Gales, por John Burke Shelley (nascido em 10 de abril de 1947, em Cardiff, South Glamorgan, País de Gales; baixo, guitarra acústica e vocais) e Ray Phillips (nascido em 1° de março de 1949; bateria). Após agregar Tony Bourge (nascido em 23 de novembro de 1948, em Cardiff, South Glamorgan, País de Gales; guitarra solo e vocais), o trio angariou muitos admiradores nas universidades e no circuito das casas noturnas do sul do País de Gales, assinando, subsequentemente, com a MCA Records. Apresentando um estilo baseado em riffs vigorosos, a sonoridade padrão da banda plasmou-se no seu primeiro single, pomposamente chamado de "Crash Course To Brain Surgery". As excentricidades das ilustrações que adornavam as capas dos discos britânicos no começo dos anos 70 achavam-se tipificadas nos lançamentos da Budgie ⏤ desenhos de ridículos periquitos encarnando variados personagens ou situações: um piloto de caça (olhando sobranceiro para o horizonte), um oficial nazista da Gestapo ou uma esquadra dos mesmos pássaros em formação, pronta para o combate.
O membro fundador Phillips saiu em 1974, antes da gravação do quarto álbum; no seu lugar entrou, inicialmente, Pete Boot (nascido em 30 de setembro de 1950, em West Bromwich, Staffordshire, Inglaterra), e, mais tarde (com a partida de Boot, ainda em 1974), Steve Williams. De volta ao País de Gales, o desistente baterista formou a Ray Phillips Woman e, posteriormente, a Tredegar, em 1982. Devido ao sucesso de "In For The Kill", a Budgie ampliou seu público, embora, na época, permanecesse mais popular na Europa continental.
O sexto disco, "If I Was Brittania I'd Waive The Rules", inaugurou a relação da banda com a A&M Records. E "Impeckable" foi o último álbum de Bourge, que deixou o grupo em 1978, aliando-se a Phillips na banda Tredegar. John Thomas, ex-guitarrista da George Hatcher Band, ingressou na vaga de Bourge. A fama da Budgie cresceu nos Estados Unidos, levando-a a excursionar por lá durante dois anos, com Rob Kendrick (ex-Trapeze) ao lado de Thomas.
Retornando à Grã-Bretanha e agora contratada pela RCA Records, a Budgie se encaixou bem no novo cenário do rock metaleiro, e apesar de ter ficado sem gravadora desde meados dos anos 80, sua reputação e influência perante a geração mais jovem de músicos permitiu-lhe um trabalho consistente até ser dissolvida por Shelley em 1988. Na sequência, Shelley integrou um novo trio, Superclarkes. Phillips utilizou a denominação Six Ton Budgie (inspirado no comentário de um jornalista sobre a banda original) para uma formação com seu filho, Jason, na guitarra. A Budgie reuniu-se para uma turnê em 1996, com Congo Jones na bateria.

2 comentários:

Spirit walker disse...

Meu caríssimo, que discaço hard, bem na estréia, os caras não estavam pra brincadeira não (rsrs). Só acho uma pena essa banda não ter tido melhor reconhecimento por parte de crítica e público. Bela postagem.

Indignaldo Silva disse...

Eu confesso que também não conhecia a banda até pouco tempo atrás. Já tinha visto as capas dos seus discos, meio espalhafatosas, mas nunca tinha ouvido um disco inteiro. Realmente é muito boa. Obrigado pelo comentário.

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