sábado, 9 de abril de 2016

The Pretty Things - Get The Picture? [Bonus Tracks]

Banda: The Pretty Things
Disco: Get The Picture? [Bonus Tracks]
Ano: 2002(*)
Gênero: British Blues, British Psychedelia, Garage Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. You Don't Believe Me (Page, Graham, May, Merrell) 2:27
2. Buzz The Jerk (May, Taylor) 1:56
3. Get The Picture? (May, Taylor) 1:57
4. Can't Stand The Pain (May, Taylor, Graham) 2:43
5. Rainin' In My Heart (West, Moore) 2:31
6. We'll Play House (Aldo, Gandy, May, Taylor) 2:35
7. You'll Never Do It Baby (Smith, Fox) 2:29
8. I Had A Dream (Witherspoon) 3:00
9. I Want Your Love (Dee, Tarr) 2:18
10. London Town (Taylor) 2:29
11. Cry To Me (Russell) 2:51
12. Gonna Find Me A Substitute (Turner) 2:59
13. Get A Buzz [Single B-Side, 1965] [Bonus Track] (May, Taylor) 4:02
14. Sittin' All Alone [From EP "Rainin' In My Heart", 1965] [Bonus Track] (Taylor, Sterling, May) 2:49
15. Midnight To Six Man [Single A-Side, 1965] [Bonus Track] (Taylor, May) 2:19
16. Me Needing You [Single B-Side, 1966] [Bonus Track] (Taylor, May) 1:57
17. Come See Me [Single A-Side, 1966] [Bonus Track] (Tubbs, Jackson, Barnes) 2:42
18. L.S.D. [Single B-Side, 1966] [Bonus Track] (Taylor, May) 2:25
Créditos:
Phil May: Lead Vocals
Dick Taylor: Lead Guitar
Brian Pendleton: Rhythm Guitar
John Stax: Bass
Viv Prince: Drums
Bobby Graham: Drums
Twink: Drums
(*) LP lançado originalmente em 1965.
http://ow.ly/10tDSR
Biografia:
Uma das bandas de R&B fundamentais do Reino Unido, a Pretty Things nasceu na Sidcup Art College, em Kent, Inglaterra, em setembro de 1963. A formação original apresentava Dick Taylor (nome verdadeiro: Richard Clifford Taylor, nascido em 28 de janeiro de 1943, em Dartford, Kent, Inglaterra; guitarra), membro fundador da Rolling Stones, além de Phil May (nome verdadeiro: Phillip Arthur Dennis Kattner, nascido em 9 de novembro de 1944, em Dartford, Kent, Inglaterra; vocais), Brian Pendleton (nascido em 13 de abril de 1944, em Wolverhampton, West Midlands, Inglaterra, e morto em 16 de maio de 2001, em Maidstone, Kent, Inglaterra; guitarra rítmica), John Stax (nome verdadeiro: John Edward Fulligan, nascido em 16 de abril de 1944, em Crayford, Kent, Inglaterra; baixo) e Peter Kitley (bateria), este rapidamente substituído por Viv Andrews. Após alguns meses, uma gravadora contratou a banda e impôs a troca do desafortunado Andrews por Viv Prince (nome verdadeiro: Vivian St. John Prince, nascido em 9 de agosto de 1944, em Loughborough, Leicestershire, Inglaterra), um músico experiente e ex-membro da Carter-Lewis And The Southerners.
O single de estreia, "Rosalyn", arranhou o Top 50 do Reino Unido, mas o imensurável vigor da banda, aliado à sua controversa e desleixada aparência, rendeu-lhe bastante publicidade. A impetuosa e quase demolidora interpretação do R&B seguiu prosperando com dois emocionantes singles, "Don't Bring Me Down" e "Honey I Need", ambos Top 20 britânicos. E o primeiro e exuberante disco longo permaneceu no mesmo diapasão. Em novembro de 1965, o errático Prince cedeu seu posto para Skip Alan (nome verdadeiro: Alan Skipper, nascido em 11 de junho de 1948, em Londres, Inglaterra). Embora sua posição comercial tivesse declinado, os subsequentes singles da banda, "Midnight To Six Man" e "Come See Me", inserem-se entre os seus melhores trabalhos, combinando energia e determinação. Entretanto, Pendleton, primeiro, e Stax, depois, deixaram a banda, e as gravações do terceiro disco, "Emotions", ganharam o reforço de Wally Allen (baixo e vocais) e John Povey (nascido em 20 de agosto de 1944, em Londres, Inglaterra; teclados e vocais), dois ex-integrantes da Fenmen. Inicialmente temporária, a dupla revelou-se crucial para o incremento posterior da Pretty Things.
No final de 1967, o quinteto mergulhou no incipiente cenário underground. Sua sonoridade misturava harmonias e experimentações, e dois singles excepcionais, "Defecting Grey" e "Talking About The Good Times", exemplificaram, à perfeição, o pop "paz e amor" inglês. A reencontrada autoestima da banda mostrou-se, na sua plenitude, em "S. F. Sorrow", de 1968, um ambicioso disco conceitual que, segundo dizem, teria influenciado a ópera rock "Tommy", da Who. O álbum, porém, vendeu pouco, e uma instabilidade recorrente - o baterista John "Twink" Alder, ex-Tomorrow, substituiu Skip Alan, que mais tarde reintegrou-se à banda - afigurou-se danosa. E a saída de Dick Taylor, em novembro de 1969, também provocou desânimo, pois, malgrado o subsequente álbum da banda, "Parachute", tenha sido elogiado pela revista Rolling Stone, o som de sua distintiva guitarra mostrava-se ausente.
A Pretty Things desmantelou-se em 1971, reagrupando-se, porém, com May, Povey e Skip Alan para completar "Freeway Madness". Esse trio suportou unido as alterações posteriores da banda até May embarcar em carreira solo em 1976. Dois anos mais tarde, o lineup de "Emotions" (nota minha: lançado em 1967) - May, Taylor, Povey, Allen e Alan - reaproximou-se novamente. O mesmo quinteto, mais o guitarrista Peter Tolson (nascido em 10 de setembro de 1951, em Bishops Stortford, Hertfordshire, Inglaterra), gravou um disco de estúdio, "Cross Talk", em 1980. Dez anos depois, o revitalizado grupo lançou "Eve Of Destruction", um empolgante cover de Barry McGuire (1° lugar nas paradas americanas em 1965). Em meados dos anos 90, a banda ainda realizava shows, agora sob a supervisão atenta do empresário Mark St. John, que conseguiu lhe devolver direitos autorais de canções e royalties.
Em 1996, após dezenas de mudanças de pessoal e imagem, a formação era a mesma que gravou "Come See Me" em 1966: May, Taylor, Alan, Allan e Povey. "S. F. Sorrow" ganhou versão ao vivo, nos estúdios da Abbey Road, em setembro de 1998, tendo David Gilmour como guitarrista convidado. Seguiu-se um novo álbum de estúdio, em 1999, depois relançado (nota minha: em 2002) pela Snapper Music, ricamente remasterizado e com um programa encartado (The Encyclopedia Of Popular Music. Compiled and edited by Colin Larkin. New York: Omnibus Press, 2007, pp. 1125-6; tradução livre do inglês).



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