sexta-feira, 7 de julho de 2017

John Mayall - Jazz Blues Fusion/Moving On

Músico: John Mayall
Gênero: Blues, Blues Rock, Jazz Rock

Disco: Jazz Blues Fusion
Ano: 1972(*)
Faixas:
1. Country Road (7:16)
2. Mess Around (2:51)
3. Good Time Boogie (9:17)
4. Change Your Ways (3:45)
5. Dry Throat (6:39)
6. Exercise In C Major For Harmonica, Bass & Shufflers (8:32)
7. Got To Be This Way (6:54)
Músicas de autoria de John Mayall.
Créditos:
John Mayall: Vocals, Harmonica, Guitar, Piano
Blue Mitchell: Trumpet
Clifford Solomon: Saxes
Larry Taylor: Bass Guitar
Ron Selico: Percussion
Freddy Robinson: Guitar
(*) CD lançado em 1996. Gravado ao vivo numa apresentação em Boston, Massachusetts, EUA, em 18 de novembro de 1971 (faixas 1-4) e em dois concertos no Hunter College, em Nova Iorque, NY, EUA, nos dias 3 e 4 de dezembro de 1971 (faixas 5-7).
Disco: Moving On
Ano: 1973(*)
Faixas:
1. Worried Mind (8:57)
2. Keep Your Country Green (3:35)
3. Christmas 71 (5:03)
4. Things Go Wrong (6:35)
5. Do It (5:02)
6. Moving On (4:25)
7. Red Sky (3:55)
8. Reasons (2:59)
9. High Pressure Living (6:45)
Músicas de autoria de John Mayall.
John Mayall: Vocals, Piano, Guitar, Harmonica
Blue Mitchell: Trumpet
Clifford Solomon: Alto & Tenor Saxes
Fred Jackson: Baritone & Tenor Saxes
Ernie Watts: Tenor Sax
Charles Owens: Tenor & Soprano Flutes
Freddie Robinson: Guitar
Larry Taylor, Victor Gaskin: Bass
Keef Hartley: Drums
(*) CD lançado em 2009. Gravado ao vivo no Whisky a Go Go, Los Angeles, Califórnia, EUA, no dia 10 de julho de 1972.

Biografia:
Nascido em 29 de novembro de 1933, em Macclesfield, Inglaterra. Cantor, gaitista, tecladista e guitarrista. O principal divulgador inglês do blues americano introduziu o gênero ao público europeu e, em contrapartida, apresentou ao público americano diversas futuras estrelas do rock, incluindo Peter Green, Eric Clapton, Mick Fleetwood, Jack Bruce, John McVie e Mick Taylor. 
Embora tenha passado a maior parte do tempo vivendo na Califórnia, EUA, seus primeiros trabalhos, beirando o gospel e dedicados a angariar fãs, qualificaram-no como o "pai do cenário bluseiro britânico". Mayall, malgrado sempre tenha mostrado bastante sensibilidade para tocar blues, nunca foi um cantor ou um músico prodigioso, mas soube identificar os talentos de outros artistas, os quais arrebanhava para trabalhar com ele, desenvolvendo uma liderança iluminada e eficiente em todas as bandas que integrou. Seu grupo, Bluesbrakers, que serviu como academia de treinamento avançado para a nata dos noviços bluseiros ingleses, centralizava a movimentação do blues britânico. A atenção que gerou através do seu surpreendente sucesso nas paradas de discos inglesas respingou em outros grupos de blues da Grã-Bretanha, bem como em alguns músicos americanos então esquecidos, que influenciaram Mayall, como J.B. Lenoir e Otis Rush. 
O trintão Mayall, inicialmente tocando predominantemente R&B, mudou-se de Manchester para Londres em 1963 e montou a Bluesbreakers, uma banda sempre em permanente evolução, que passaria por mais de uma dúzia de formações até 1970. O single de estreia do grupo saiu no começo de 1964 e o seu primeiro disco longo um ano depois. Clapton ingressou em 1965 e, nos cinco anos subsequentes, a banda, com ou sem Clapton, atingiu o seu auge. "Bluesbreakers", em 1966, "A Hard Road", com Green na guitarra, em 1967, e "Crusade", também em 1967, construíram a reputação de Mayall e permanecem sendo seus discos mais bem-acabados. Depois, Mayall lançou uma enxurrada de álbuns, incluindo os extravagantes "The Blues Alone", no qual ele toca todos os instrumentos, e "Bare Wires", uma rara gravação com um naipe de metais e que contém uma extensa suíte jazzística. 
Mayall imigrou para a Califórnia em 1969, celebrando a mudança com o lançamento de "Blues From Laurel Canyon". Após "The Turning Point", de 1969, um disco acústico gravado ao vivo, com a participação de John Almond tocando sax e flauta, Mayall editou "Back To The Roots", o primeiro de vários álbuns gravados com seus ex-colaboradores Clapton, Taylor, o amigo guitarrista Harvey Mandel, o saxofonista Almond, o violinista Sugarcane Harris e outros. A década de 80 revelou-se praticamente perdida, porém "A Sense Of Place", de 1990, apresentando Sonny Landreth na guitarra slide, conseguiu reverter a situação após entrar na programação das rádios, popularizando Mayall para uma nova geração de admiradores do blues. "Wake Up Call", em 1993, "Spinning Coin", em 1995, e "Padlock On The Blues", com o convidado John Lee Hooker, mantiveram o nome de Mayall em circulação. "Along For The Ride", outro arrasa-quarteirão, gravado em 2001, despertou o interesse em razão do time de músicos recrutados por Mayall para participarem do disco, destacando-se Billy Gibbons, Otis Rush, Jonny Lang, Steve Miller e Jeff Healey (Michael Point, in Encyclopedia of the blues. Edward Komara, editor. New York: Routledge, 2006, p. 661; tradução livre do inglês).

4 comentários:

Luis Cesar disse...

Olá! Gosto muito do seu blog e o acompanho constantemente! Parabéns! É excelente! Tentei baixar os dois álbuns de John Mayall e, ao descompactar, está dando erro de CRC ou Senha Inválida! Há algum erro nos arquivos!
Grande abraço!

Indignaldo Silva disse...

Testei agora mesmo. Não há nada de errado. A senha é discofilos, como está informada na coluna da direita do blog.

Luis Cesar disse...

Percebi meu erro e já corrigi! Obrigado pela orientação! E obrigado por compartilhar essas pérolas!

Indignaldo Silva disse...

Não há de quê, Luis. Obrigado pelo comentário.

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