domingo, 26 de fevereiro de 2017

Poobah - Let Me In [Bonus Tracks]

Banda: Poobah
Disco: Let Me In [Bonus Tracks]
Ano: 2010(*)
Gênero: Progressive Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Mr. Destroyer (6:00)
2. Enjoy What You Have (6:10)
3. Live To Work (2:54)
4. Bowleen (6:05)
5. Rock N' Roll (3:48)
6. Let Me In (6:41)
7. Here's The Band [Bonus Track] (0:20)
8. Make A Man Outta You [Bonus Track] (7:12)
9. Upside Down Highway [Bonus Track] (7:44)
10. Walk Of The Bug [Bonus Track] (3:41)
11. Blooey Gooey [Bonus Track] (1:07)
12. Going To Rock City [Bonus Track] (2:50)
13. Smoke [Bonus Track] (3:13)
14. Mr. Destroyer [Live Rehearsal] [Bonus Track] (5:19)
15. Passion For Freedom [Bonus Track] (2:07)
16. Aww, Not Now [Bonus Track] (2:43)
17. Bowleen [Radio Edit] [Bonus Track] (3:30)
18. I'm Crazy, You're Crazy [Bonus Track] (3:46)
Músicas de autoria de Jim Gustafson.
Créditos:
Jim "Gus" Gustafson: Lead Vocals, Backing Vocals, Lead Guitar, Acoustic 12 String Guitar, Organ
Phil "Owl" Jones: Bass, Lead Vocals, Backing Vocals
Glenn "Blue Bongos" Wiseman: Drums, Percussion
Nick Gligor: Drums (faixas 8, 10, 16), Backing Vocals (faixas 8, 16), Lead Vocals (faixa 10)
Steve Schwelling: Drums (faixas 9, 11, 13, 14, 15)
John Vasilchek: Voices (faixa 7)
(*) LP lançado originalmente em 1972.
Biografia:
Em 1972, o guitarrista e vocalista Jim Gustafson, como tantos jovens roqueiros, montou uma banda. Com a ajuda do baixista Phil Jones, seu colega de quarto do colégio, Gustafson conseguiu recrutar o baterista Glenn Wiseman para completar o grupo, que passou a se chamar Poobah.
Após alguns meses, a Poobah entrou em estúdio para gravar um dos discos fundamentais do catálogo de bandas. "Let Me In" deu início ao tresloucado e delirante frenesi que tomou conta do rock & roll e que permanece até hoje. Combinando elementos psicodélicos da Cream (da sua fase inicial) com o peso da guitarra distorcida da Black Sabbath, o primeiro álbum da Poobah logo virou lenda, o mesmo acontecendo com o guitarrista Jim Gustafson, dando início então à progressiva ascensão da banda rumo à idolatria. O poderio de "Let Me In" e as incendiárias performances ao vivo propiciaram à banda abrir shows de Canned Heat, Judas Priest, Alice Cooper, ZZ Top, Foghat e muitos outros. Apesar da saída de Wiseman, substituído por Nick Gligor logo após a gravação de "Let Me In", a banda seguiu em frente e excursionou durante quase dois anos consecutivos.
Com um lineup completamente novo, Gustafson conduziu a Poobah ao estúdio, em 1976, para gravar o segundo LP, "U.S. Rock". O disco vendeu bastante, fortalecendo a reputação da banda, porém a má gestão e as armadilhas típicas da indústria fonográfica impediram-na de alcançar um merecido sucesso maior. Em 1979, Gustafson retornou com o grupo para os confins amigáveis de Youngstown, Ohio, EUA, sua cidade natal, onde se reencontrou com o baixista original da Poobah, Phil Jones. Depois de achar, após muita procura, um novo baterista, a banda dirigiu-se ao estúdio para gravar seu terceiro disco, "Steamroller", que, ao longo do tempo, se transformou num dos álbuns mais admirados da discografia roqueira, tendo sido, por isso, constantemente relançado (a última reedição ocorreu em 2008).
Após dez discos de estúdio e trinta anos de carreira, a Poobah ainda permanece ativa, executando seu distintivo e pesado rock para plateias repletas de fãs, velhos e novos. Decorridas quatro décadas, Gustafson recebeu o privilégio de tocar no Rock N' Roll Hall Of Fame mais do que qualquer outro músico, e, recentemente, foi visto brindando em companhia de Ray "Boom Boom" Mancini, amigo e conterrâneo de Youngstown, na première do documentário "Youngstown: Still Standing" (com a participação de Ed O'Neill, da série "Modern Family" [nota minha: no Brasil, "Família Moderna"]), que apresentou cinco canções da Poobah na sua trilha sonora. Em 2010, Jim Gustafson assinou com a gravadora independente Ripple Music para relançar "Let Me In". O luxuoso relançamento, em LP duplo e CD, foi remasterizado por Tony Reed, cultuado músico do cenário underground (integrante dos grupos Stone Axe e Mos Generator), contendo um disco somente com faixas extras (e fotos), selecionadas de gravações realizadas em 1972 e 1973, algumas das quais inéditas (Ripple Music; tradução livre do inglês).

2 comentários:

toninho disse...

Maravilha maluco, a tempos que eu busco esse disco na rede,valeu mesmo Indignaldo. Agora, seria abuso de parte, claro, mas quem sabe o amigo, mais pra frente (sem pressinha), pudesse postar pelo menos os dois discos seguintes desta banda? Seria muito legal cara, mas valeu mesmo, e parabéns pelas últimas postagens do blog que tem privilegiado as bandaças do hard como Humble Pie, Hard Stuff, Incredible Hog e agora a Poobah. Grande abraço e tudo de bom pra você !!

Indignaldo Silva disse...

Pretendo postar aos poucos toda a discografia da banda, Toninho. Obrigado pelo comentário.

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