segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

The Groundhogs - Scratching The Surface [Bonus Tracks]

Banda: The Groundhogs
Disco: Scratching The Surface [Bonus Tracks]
Ano: 1990(*)
Gênero: Blues Rock, British Psychedelia, Progressive Rock
Faixas:
1. Rocking Chair (Tony McPhee) 4:06
2. Early In The Morning (Steve Rye) 4:47
3. Waking Blues (Tony McPhee) 2:23
4. Married Men (Tony McPhee) 4:34
5. No More Doggin' (Traditional; arranged by Tony McPhee) 4:52
6. Man Trouble (Tony McPhee) 6:22
7. Come Back Baby (Tony McPhee) 3:49
8. You Don't Love Me (Steve Rye) 4:07
9. Still A Fool (McKinley Morganfield) 6:34
10. Oh Death [From LP "I Asked For Water, She Gave Me... Gasoline", 1969] [Bonus Track] (Traditional; arranged by Jo-Ann Kelly, Tony McPhee) 3:14
11. Gasoline [From LP "I Asked For Water, She Gave Me... Gasoline", 1969] [Bonus Track] (Traditional; arranged by Tony McPhee) 4:49
12. Rock Me [From LP "I Asked For Water, She Gave Me... Gasoline", 1969] [Bonus Track] (Traditional; arranged by Jo-Ann Kelly) 2:46
13. Don't Pass The Hat Around [From LP "I Asked For Water, She Gave Me... Gasoline", 1969] [Bonus Track] (Tony McPhee) 3:43
Créditos:
Tony McPhee: Guitar & Vocals
Steve Rye: Harmonica & Vocals
Peter Cruickshank: Bass
Ken Pustelnik: Drums
Jo-Ann Kelly: Vocals & Acoustic Guitar (faixas 10, 12)
(*) LP lançado originalmente em 1968.
Biografia:
A primeira formação da Groundhogs surgiu em 1963, quando o esforçado grupo beat Dollarbills, do Reino Unido, optou por um nome mais estiloso; Tony McPhee (nascido em 23 de março de 1944, em Humberstone, Lincolnshire, Inglaterra; guitarra), John Cruickshank (vocais e harmônica), Bob Hall (piano), Pete Cruickshank (nascido em 2 de julho de 1945, em Calcutá, Índia; baixo) e Dave Boorman (bateria) também adotaram o prenome "John Lee", homenageando o mentor John Lee Hooker, a quem o quarteto posteriormente serviu de banda de apoio em concertos e gravações.
A John Lee's Groundhogs lançou dois singles antes de dissolver-se em 1966. McPhee gravou várias faixas solos com o produtor Mike Vernon até unir-se a Peter Cruickshank na Herbal Mixture, um efêmero grupo pseudopsicodélico. Em 1968, os dois músicos formaram o núcleo da reformulada Groundhogs, ao lado de Steve Rye (nascido por volta de 1946, na Inglaterra, e morto em 19 de julho de 1992, na Inglaterra; vocais e harmônica) e Ken Pustelnik (bateria). O renovado grupo debutou no mercado discográfico em 1968 com o rudimentar "Scratching The Surface", mas se reduziu a um trio com a partida de Rye. O segundo disco, "Blues Obituary", de 1969, continha duas canções, "Mistreated" e "Express Man", que se tornaram as mais pedidas pelo público nos concertos no momento em que a banda embarcou num rumo mais progressivo. Essa guinada se confirmou com "Thank Christ For The Bomb", o poderoso álbum de 1970, sedimentador da crescente popularidade da banda.
McPhee compôs todas as músicas do disco, e o seu entusiasmo com relação a álbuns conceituais se estendeu para "Split", que abordou a esquizofrenia. Indiscutivelmente a obra definitiva da Groundhog, essa ousada seleção incluiu "Cherry Red", um clássico nas apresentações ao vivo do grupo.
Pustelnik deixou a banda após o lançamento de "Who Will Save The World?", em 1972. Clive Brooks (nascido em 28 de dezembro de 1949, em Londres, Inglaterra), ex-baterista da Egg, mostrou-se um substituto à altura de Pustelnik, mas, embora a Groundhogs permanecesse desfrutando de uma fervorosa popularidade, seus discos subsequentes revelaram-se desprovidos do ímpeto dos primeiros registros. O trio também atormentou-se por problemas gerenciais e acabou se esfacelando em 1975, não obstante McPhee tenha usado o nome da banda para o lançamento de dois discos decepcionantes: "Crosscut Saw" e "Black Diamond".
O guitarrista ressuscitou a Groundhogs em 1984 após o interesse despertado pela coletânea "Hoggin The Stage", editada no mesmo ano. Conquanto Pustelnik e diversos outros músicos se somassem a McPhee nas turnês, a formação mais constante da reformulada Groundhogs completava-se com o baixista Dave Anderson, ex-Hawkwind, e o baterista Mike Jones. Nos últimos anos, McPhee tem aparecido como artista solo, integrando uma nostálgica excursão setentista, na companhia de várias encarnações da sua respeitável banda. A fama da Groundhogs perdura, principalmente, graças às suas apresentações ao vivo, mas há relatos de que McPhee decidira dissolver o grupo no fim de 2004 (nota minha: a notícia não se confirmou, e a banda encontra-se ativa até hoje) (The Encyclopedia Of Popular Music. Compiled and edited by Colin Larkin. New York: Omnibus Press, 2007, p. 631; tradução livre do inglês). 

2 comentários:

Anônimo disse...

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Indignaldo Silva disse...

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