segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Bolder Damn - Mourning

Cover 1
Banda: Bolder Damn
Disco: Mourning
Ano: 1971(*)
Gênero: Hard Rock, Psychedelic Rock, Acid Rock
Faixas:
1. BRTCD (2:56)
2. Got That Feeling (3:28)
3. Monday Mourning (3:04)
4. Rock On (4:12)
5. Find A Way (4:38)
6. Breakthrough (3:21)
7. Dead Meat (16:01)
Músicas de autoria da banda.       
Créditos:
John Anderson: Lead Vocals, Rhythm Guitar
Glenn Eaton: Guitar, Backup Vocals
Robert Eaton: Drums, Backup Vocals
Ron Reffett: Bass, Backup Vocals
(*) CD lançado em 1990.
http://freetexthost.com/v0k6wa1bwi
Resenha:
"Um dos melhores, mais raros, cultuados e completos discos de hard rock do início dos anos 1970, tendo sido lançado originalmente em 1972 e prensado com apenas 200 cópias em sua primeira edição. Nem sequer foi editado comercialmente na época de seu lançamento. O Bolder Damn era formado por músicos extremamente jovens e é um disco daqueles de tirar o fôlego, com faixas excelentes do começo ao fim e com destaque para a longa Dead Meat que, com seus quase 16 minutos, se constitui num belo momento do lado mais obscuro do rock and roll.
4"Got that Feeling mostra a pegada dos rapazes, excelente guitarra, baixo e bateria supersintonizados. O som é extremamente simples como reza a cartilha do bom hard rock dos bons tempos. Rock On é outra excelente faixa, hard rock com extrema beleza e muito bem executado. Find a Way, ótima, altamente indicada para quem curte Grand Funk Railroad, Blue Cheer, Bloodrock e outras maravilhas da época.
"Mesmo com o padrão de qualidade e peso das primeiras faixas, o grande momento do disco é a última faixa, chamada Dead Meat. É uma das passagens marcantes do álbum, se tornando um momento espetacular para um clássico do gênero. Som um tanto soturno, solo de guitarra que remete a músicos como Tommy Iommi ou outros do mesmo nível. Incrível saber que tudo isso foi produzido por jovens músicos sem grande experiência ou ambições no longínquo ano de 1972.
"Nas apresentações ao vivo, esta era a última faixa e existia toda uma encenação representando a letra da música, onde criavam um ritual que envolvia até bebida de sangue (na verdade suco de fruta), e outros movimentos teatrais com corpos e órgãos humanos. Na verdade, uma grande encenação no melhor modelo Jim Morrison e sua épica The End. Uma atitude, sem dúvida alguma, bem rock and roll.
3"Por incrível que pareça (e isto está escrito no encarte do CD de seu lançamento comemorativo) o disco foi gravado em apenas 4 horas com todas as faixas feitas ao vivo, praticamente no primeiro take e sem qualquer técnica de estúdio feita posteriormente. As fitas originais do disco foram perdidas e o CD/LP relançado foi realizado através da própria banda através de uma edição original do LP, que se tornou um dos discos mais procurados pelos colecionadores em todo o mundo. Como curiosidade, os primeiros passos da banda foram dados ainda nos anos de 1960 e a média de idade dos músicos estava por volta de 13 anos. Nesta época já faziam covers de bandas de rock dos anos 1960 e por volta de 1967, ainda adolescentes, faziam shows tocando canções de Jefferson Airplane, Grateful Dead, Sly and the Family Stone, entre outros." (Wagner Xavier, em Rock Raro. O maravilhoso e desconhecido mundo do rock. Livre Expressão Editora. Rio de Janeiro, 2010, p. 89).

3 comentários:

Gleison Ferreira disse...

Otimo álbum, mt bom, preciosidade bruta!

Indignaldo Silva disse...

Valeu o comentário, Gleison.

Indignaldo Silva disse...

Novo link.

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