sábado, 15 de junho de 2013

Joanna Connor - Believe It!

Cover
Músico: Joanna Connor
Disco: Believe It!
Ano: 1989
Gênero: Blues, Blues Rock
Faixas:
1. Texas Flyer (King, Vernon, Davis, Tench, Harper, Ferrone) 3:23
2. He's Mine (J. Connor) 3:55
3. Doctor Feelgood (A. Franklin, T. White) 5:06
4. I'm Satisfied (M. Dollison) 3:33
5. When You're Being Nice (J. Connor, M. Sampson) 3:55
6. Pack It Up (Chandler, Gonzales) 3:42
7. Everybody I Know (W. R. Emerson) 3:11
8. Playing In The Dirt (D. Amy, R. Cray) 3:58
9. Soul's On Fire (Harris, Mandel, Lagos, Resnick, Conte) 3:14
10. Somebody's On Your Case (E. Randle) 3:56
11. Good Rockin' Daddy (Joe Bihari, Richard Berry) 2:29
Créditos:
Joanna Connor: Guitar, Vocals
Anthony Palmer: Second Guitar
B. J. Jones: Drums
Stan Mixon: Base
Jacqueline Parker: Background Vocals
Denise Parker: Background Vocals
Phil Baron: Keyboards
Garrick Patton: Alto Saxophone
John Zdon: Tambourine ("When You're Being Nice")
Matt Snyder: Conga ("When You're Being Nice")
Biografia:
O que faz Joanna Connor diferente das demais mulheres bluseiras é a sua habilidade na guitarra. Embora Connor tenha se tornado, com o passar do tempo, uma cantora realizada, sua primeira paixão foi tocar guitarra, e ela mostra isso nos seus shows e discos.
Nascida em Brooklyn e criada em Massachussetts, Joanna foi atraída para a cena bluseira de Chicago como uma abelha por uma lata de refrigerante. Guitarrista ardente, crescida nos anos 70 – quando o rock & roll estava no auge –, ela só queria tocar blues. Nascida em 31 de agosto de 1962, no Brooklyn, New York, porém criada em Worcester, Massachussetts, Joanna se beneficiou da grande coleção de discos de blues e jazz da sua mãe, tendo sido levada, ainda jovem, para ver concertos de Taj Mahal, Bonnie Raitt, Ry Cooder e Buddy Guy.
4Connor ganhou sua primeira guitarra aos sete anos. Quando completou 16 anos, ela começou a cantar na zona musical de Worcester, mudando-se para Chicago com 22 anos. Logo após a sua chegada em 1984, ela começou a reunir-se com a confraria bluseira do lugar, como James Cotton, Junior Wells, Buddy Guy e A. C. Reed, acabando por juntar-se, ainda que por pouco tempo, ao grupo de Johnny Littlejohn antes de ser convidada por Dion Payton para participar da sua banda, a 43rd Street Blues Band. Connor apresentou-se com Payton no Chicago Blues Festival em 1987. Mais tarde, naquele ano, estava pronta para formar sua própria banda.
5O primeiro disco de Joanna foi "Believe It!", de 1989, para a gravadora Blind Pig, álbum que a fez sair de Chicago e frequentar bares e festivais ao redor dos Estados Unidos, Canadá e Europa. Seus outros discos incluem "Fight", em 1992, para a gravadora Blind Pig (a faixa-título é uma música de Luther Allison), "Living On The Road", de 1993, e "Rock And Roll Gypsy", de 1995, os dois últimos para o selo Ruf Records. Seguiram-se "Slidetime", para a Blind Pig, em 1998, e "Nothing But the Blues", uma gravação ao vivo de um show na Alemanha, em 1999, lançado pelo selo germânico Inakustik, em 2001. Connor deixou a Blind Pig e assinou com a M. C., uma pequena gravadora independente, em 2002. Seu primeiro trabalho para a M. C., "The Joanna Connor Band", buscou adequar o seu som com vistas a um público maior, mais popular.
1Connor floresceu como compositora de blues. E é o seu talento de compositora, fortemente influenciado por grandes bluseiros, como Luther Allison, que irá lhe assegurar um lugar no topo  pelos próximos anos (Richard Skelly, AllMusic; tradução livre do inglês).

3 comentários:

Musicômano disse...

Tudo certo agora, dalesa. Eu tinha colocado a senha do meu outro blog, por engano. Obrigado pelo comentário e pelo aviso. Um abraço.

dalesa_22_19 disse...

Obrigado por sua rapida resposta. Desculpe si O meu portugues nao e muito bon.

Musicômano disse...

O teu português é muito bom, dalesa. Um abraço.

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