sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Lucifer's Friend - Lucifer's Friend [Bonus Tracks]

Banda: Lucifer's Friend
Disco: Lucifer's Friend [Bonus Tracks]
Ano: 1999(*)
Gênero: Hard Rock, Progressive Rock
Faixas:
1. Ride The Sky (Hesslein, Lawton) 2:54
2. Everybody's Clown (Hesslein, Docker, Hecht, Horns, Rietenbach) 6:12
3. Keep Goin' (Hesslein, Hecht, Horns, Docker) 5:26
4. Toxic Shadows (Hesslein, Docker) 7:01
5. Free Baby (Hesslein, Hecht, Horns, Lawton) 5:29
6. Baby You're A Liar (Hesslein, Docker, Hecht, Horns, Rietenbach) 3:54
7. In The Time Of Job When Mammon Was A Yippie (Hesslein, Hecht, Horns, Docker, Hildebrandt-Winhauer) 4:06
8. Lucifer's Friend (Hesslein, Hecht, Horns, Rietenbach, Hildebrandt-Winhauer) 6:11
9. Rock 'n' Roll Singer [Bonus Track] (Hesslein, Lawton) 4:20
10. Satyr's Dance [Bonus Track] (Hesslein, Horns, Hecht, Fendt) 3:18
11. Horla [Bonus Track] (Hesslein, Hecht, Horns, Rietenbach) 2:52
12. Our World Is A Rock 'n' Roll Band [Bonus Track] (Becker, Docker) 3:20
13. Alpenrosen [Bonus Track] (Hesslein, Hecht, Bornhold) 3:54
Créditos:
John Lawton: Lead Vocals
Peter Hesslein: Guitar, Vocals
Peter Hecht: Organ
Dieter Horns: Bass, Vocals
Hans-Joachim Rietenbach: Drums, Percussion
Herbert Bornhold: Percussion
(*) LP lançado em 1970.
http://ow.ly/V7od304KfCJ
Biografia:
Banda alemã com cantor inglês, a Lucifer's Friend começou sem estardalhaço, adquirindo fama posteriormente como praticante dos incipientes heavy metal e rock progressivo. 
Formada na cidade de Hamburgo, em 1970, por Peter Hesslein (guitarra), Peter Hecht (teclados), Dieter Horns (baixo) e Joachim Rietenbach (bateria), ex-membros da banda alemã Bonds, a Lucifer's Friend chamava-se, inicialmente, Asterix, tendo gravado um excelente disco antes de unir-se ao cantor John Lawton, pertencente, na época, à banda Stonewall, que tocava como atração fixa na Top Ten Club, famosa casa noturna da cidade. Os vocais de Lawton ornamentaram o único e homônimo álbum da Asterix, lançado no encerramento de 1970, e o grupo ficou tão satisfeito com o resultado que imediatamente começou a compor mais material, aproveitado quando ressurgiu no cenário musical com o provocante nome de Lucifer's Friend. 
Lançado no início de 1971, o disco "Lucifer's Friend" continha rock pesado com órgão em abundância, seguindo o mesmo caminho de bandas contemporâneas de proto-metal, como Deep Purple, Atomic Rooster e, especialmente, Uriah Heep, que, coincidentemente, abrigaria Lawton no futuro. Mas, agora, o maior desafio da Lucifer's Friend era uma problemática aversão a turnês, bem como uma certa intranquilidade na composição das músicas, que acabou se refletindo no seu segundo disco, de 1972, curiosamente chamado "Where The Groupies Killed The Blues", que assimilou as tendências do rock progressivo adotado pela King Crimson e, em menor grau, dos emergentes grupos de Krautrock da época. 
Essas experiências autorais se intensificaram em "I'm Just A Rock 'N' Roll Singer", de 1973, com o acréscimo de naipe de metais, ao estilo da Chicago Transit Authority, e em "Banquet", de 1974 (com o novo baterista Herbert Bornhold), que introduziu toques jazzísticos e arranjos sinfônicos, com a ajuda da James Last Orchestra. A banda finalmente atingiu o ápice da extravagância com o LP "Mind Exploding", de 1976 (em que Bornhold passou para a percussão com a entrada do baterista Curt Cress), e chegou a considerar a intensificação das turnês, mas o seu grande problema, no momento, estava relacionado à saída de Lawton, que aceitou se integrar à Uriah Heep, conforme mencionado anteriormente. 
Scotsman Mike Starrs (ex-vocalista da Colosseum II) substituiu Lawton, e o grupo abandonou abruptamente seu passado progressivo para abraçar o vantajoso e popularesco rock melódico num par de discos: "Good Time Warrior", de 1978, e "Sneak Me In", de 1980 (acrescendo o segundo tecladista Adrian Askew). Lawton, então, retornou para o derradeiro disco de rock pesado da banda, "Mean Machine", de 1981. Depois o grupo permaneceu separado, só se reunindo oficialmente em 1994 para a gravação do LP "Sumo Grip". Curiosamente, através de todos esses anos e com tantas mudanças estilísticas, soa irônico que o primeiro disco da banda – em comparação com os seus numerosos álbuns de rock progressivo – é o mais relançado e tem sido apontado como um clássico do pioneiro heavy metal (Eduardo Rivadavia, AllMusic; tradução livre do inglês).

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