quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Fever Tree - Fever Tree

Banda: Fever Tree
Disco: Fever Tree
Ano: 1968(*)
Gênero: Garage Rock, Acid Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Imitation Situation (Toccata And Fugue) (S. Holtzman, V. Holtzman, R. Landes, J. S. Bach)/Where Do You Go? (S. Holtzman, V. Holtzman, Michael) 2:25
2. San Francisco Girls (Return Of The Native) (S. Holtzman, V. Holtzman, Michael) 3:58
3. Ninety-Nine And One Half (W. Pickett, S. Cropper) 2:45
4. Man Who Paints The Pictures (S. Holtzman, V. Holtzman, Michael) 2:32
5. Filigree & Shadow (S. Holtzman, V. Holtzman) 3:51
6. The Sun Also Rises (S. Holtzman, V. Holtzman, R. Landes) 2:41
7. Day Tripper/We Can Work It Out (J. Lennon, P. McCartney) 3:27
8. Nowadays Clancy Can't Even Sing (N. Young) 3:00
9. Unlock My Door (S. Holtzman, V. Holtzman, R. Landes) 3:45
10. Come With Me (Rainsong) (S. Holtzman, V. Holtzman, R. Landes) 3:45
Créditos:
Rob Landes: Piano, Organ, Harp, Flute, Recorder, Clavinet, Harpsichord, Cello
E. E. Wolfe III: Bass
Dennis Keller: Vocals
John Tuttle: Percussion
Michael Knust: Guitar
David Angel: Strings & Horns (faixas 1-6)
Gene Page: Strings & Horns (faixas 7-11)
(*) CD lançado em 2006.
http://freetexthost.com/gqvzasicun
Biografia:
Uma banda psicodélica acessória, embora razoavelmente interessante, do final dos anos 60, a Fever Tree, de Houston, Texas, EUA, é mais famosa pela canção "San Francisco Girls", com sua dramática melodia, utópica letra e incendiária e distorcida guitarra. A maioria do melhor material da banda, ironicamente, foi composta pelos seus produtores, o balzaquiano casal Scott e Vivian Holtzman, que já haviam escrito músicas para Tex Ritter e para a trilha sonora do filme Mary Poppins. Esses singulares parceiros produziram um material bastante distintivo; em comparação com os habituais grupos psicodélicos da época, há aqui uma influência clássica barroca maior e mais incidência de cordas.
As bonitas e melancólicas baladas da banda (acentuadas no seu primeiro disco pelo arranjador David Angel, que já fizera a mesma coisa no clássico "Forever Changes", da Love) mostram-se mais toleráveis do que o resto das suas chapadas e distorcidas melodias, que sintetizam alguns dos aspectos mais genéricos da opressiva psicodelia. Os quatro discos do grupo (o terceiro, "Creation", teve a participação, como guitarrista convidado, de Billy Gibbons, futuro membro da ZZ Top) sinalizaram declínio qualitativo e desorientação, fatores que ocasionaram o seu desfazimento em 1970 (Richie Unterberger, AllMusic; tradução livre do inglês).

2 comentários:

jayme da costa Maceió AL disse...

Fiquei muito contente com está postagem, obrigado amigo.

Indignaldo Silva disse...

Obrigado pelo comentário, Jayme.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...