quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Gary Moore - Blues For Jimi [Live]

Cover
Músico: Gary Moore
Disco: Blues For Jimi [Live]
Ano: 2012(*)
Gênero: Blues, Blues Rock
Faixas:
1. Purple Haze (4:16)
2. Manic Depression (3:47)
3. Foxey Lady (6:14)
4. The Wind Cries Mary (4:19)
5. I Don't Live Today (5:57)
6. My Angel [Instrumental] (0:53)
7. Angel (5:15)
8. Fire (5:38)
9. Red House (11:29)
10. Stone Free (5:45)
11. Hey Joe (9:35)
12. Voodoo Child [Slight Return] (10:13)
Músicas de autoria de Jimi Hendrix, exceto "My Angel", composta por Gary Moore, e "Hey Joe", composta por Billy Roberts.
Créditos:
Gary Moore: Guitar, Vocals
Dave Bronze: Bass
Darrin Mooney: Drums
Billy Cox: Bass (faixas 9 a 11), Vocals (faixas 9 e 10)
Mitch Mitchell: Drums (faixas 9 a 11)
(*) CD (e DVD) gravado no London Hippodrome, em 25 de outubro de 2007.
Postagem 
Biografia:
Data de Nascimento: 4-4-1952. Local de Nascimento: Belfast. Data de Falecimento: 6-2-2011. País de Origem: Irlanda do Norte.
Gary Moore foi um cantor e guitarrista de blues, natural de Belfast, na Irlanda do Norte, e conhecido no mundo inteiro. Aos oito anos começou a pegar numa guitarra, e aos 14 já conseguia tocar o instrumento com a mão direita, no modelo padrão, apesar de ser canhoto.
Mudou-se para Dublin, em 1968, aos 16 anos. As suas primeiras influências musicais foram artistas como Albert King, Elvis Presley e os Beatles. Mais tarde, ter visto Jimi Hendrix na sua cidade natal, Belfast, marcou o seu estilo, e o blues-rock tornou-se no som dominante da sua carreira. Em adolescente, Moore tocou com Phil Lynott e Brian Downey.
A vida de quem cresceu cercado pelo IRA (Exército Republicano Irlandês) e pelos conflitos religiosos do pós-guerra reflectia-se nos sons que saíam da sua guitarra: extremamente tristes e sofridos mas também muito técnicos.
Em Dublin, Gary Moore participou no grupo Skid Row, com Noel Bridgeman e Brendan "Brush" Shiels. Foi com esse grupo que começou a ganhar boa reputação na indústria da música.
Pouco depois, Moore estava nos Thin Lizzy (banda irlandesa), onde conheceu o seu grande amigo, Mr. Phil Lynott. No entanto, a maior influência de Moore nos primeiros tempos de carreira foi o guitarrista Peter Green, dos Fleetwood Mac, mentor de Moore na sua estreia em Dublin. Esta ajuda foi posteriormente "reembolsada" com um tributo de Moore a Green, em 1995, num álbum composto inteiramente por temas de Green. Neste álbum de tributo, Moore tocou com a guitarra Les Paul Standard que Green lhe tinha emprestado, depois de deixar os Fleetwood Mac. Moore acabou por comprar a guitarra, a pedido de Green, para que pudesse «ter um bom lar».
Apesar da sua preferência pelo blues, o jazz também mexeu com Gary Moore, tanto que foi o estilo melhor explorado no seu primeiro álbum a solo, "Grinding Stone" (1973), e na breve jornada com a segunda encarnação de "Colosseum", baptizado como "Colosseum II".
Nos Thin Lizzy, Moore colaborou na gravação de alguns álbuns, mas só teve o papel principal em "Darling" (1974) e no álbum "Black Rose" (1979).
Em parceria com Ozzy Osbourne, Moore compôs e gravou a canção 'Lead Clones', presente nos discos "After The War" e "The Secret Songs", do ex-Black Sabbath.
Prossegue a solo e ainda tem muito sucesso, com destaque para duas fases distintas: a mais pesada, de discos como "Corridors Of Power" (1982), e a mais blues, e comercialmente rentável, de álbuns como "Still Got the Blues" (1990).
Em 1987, colaborou na gravação de solidariedade do Reino Unido de 'Let It Be', uma versão da música dos Beatles, na qual executou um solo de guitarra.
Embora menos popular nos Estados Unidos, o trabalho de Moore foi muito aclamado e obteve sucesso comercial em quase todo o mundo, especialmente na Europa. Ao longo da sua carreira, Moore foi reconhecido como uma influência por muitos outros guitarristas famosos, incluindo Vivian Campbell, Rondat Patrick, Jake E. Lee, John Norum, Joe Bonamassa, Adrian Smith, Zakk Wylde, Randy Rhoads, John Sykes e Kirk Hammett (dos Metallica). Entre os seus temas mais conhecidos estão 'Parisienne Walkways', 'Still Got the Blues', 'Walking by Myself', 'Out In The Fields' e 'Empty Rooms'.
Após uma série de discos de rock, Moore voltou para a música blues com "Still Got the Blues", que contou com contribuições de Albert King, Albert Collins e George Harrison. O álbum foi bem recebido pelos fãs. O blues manteve-se até 1997, quando o guitarrista decidiu fazer uma experiência com batidas de dança moderna no disco "Dark Days in Paradise", o que deixou muitos fãs, assim como a imprensa musical, confusos.
Regressou ao blues com "Power of the Blues" (2004), "New Old Blues Ballads" (2006), "As You Get Close" (2007) e "Bad for You Baby" (2008).
Gary Moore foi encontrado morto, num quarto de hotel, no dia 6 de Fevereiro de 2011, em Estepona, Espanha, onde se encontrava a passar férias. O guitarrista irlandês terá morrido de ataque cardíaco (Daniela Azevedo, Cotonete; português lusitano).

4 comentários:

Caio disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

Luis Freitas disse...

Fantástica postagem, Gary é fantástico.
Obrigado.

Musicômano disse...

Realmente, o cara tocava muito. Obrigado pelo comentário, Luis. Abraço.

Musicômano disse...

A senha é discofilos.

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